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Notícias › 31/08/2016

Arquidiocese do Rio celebra Missa por atletas da Paralimpíada

A Arquidiocese do Rio de Janeiro realizará uma Missa neste sábado, 3, a fim de celebrar a vida de cada atleta participante dos Jogos Paralímpicos, que irão acontecer entre os dias 7 e 18 de setembro no Rio de Janeiro.

A Missa será presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta na Igreja de Nossa Senhora da Candelária, no Centro, a partir das 8h30.

Segundo o coordenador arquidiocesano de Pastoral, monsenhor Joel Portella Amado, a Igreja da Candelária foi escolhida por todos os significados que ela tem; e hoje mais ainda, já que a Pira do Povo está instalada bem em frente à Igreja.

“Nas Olimpíadas, o Rio de Janeiro experimentou uma experiência de convívio pacífico e fraterno e a vitória do ser humano sobre as próprias limitações. Agora, nas Paralimpíadas, as pessoas mostram que na verdade a deficiência não é um limite, mas uma característica que faz com que elas vivam de um modo diferente. Se as Olimpíadas já nos ensinaram o que é autocontrole, superação e o que é vencer, as Paralimpíadas serão muito mais fascinantes”, ressaltou.

Trabalho com pessoas com deficiência

O vigário episcopal para a Caridade Social, cônego Manuel Manangão, explicou que o vicariato está envolvido no evento porque é o organismo da arquidiocese que lida com a parte social e as pastorais com deficiência (cegos, surdos, mudos e cadeirantes), além das pessoas com deficiência intelectual que fazem parte dessa realidade de atividades.

“Essa Missa será em agradecimento pelo evento e um pedido a Deus para que todos aqueles que vão participar possam ser tocados pela realidade premente de todos os deficientes”, disse.

O coordenador da Pastoral da Pessoa com Deficiência, César Biacchim, contou que a Arquidiocese do Rio já tem uma longa experiência no trabalho de pessoas com deficiência e que estão convocando todos os membros da pastoral para participar da celebração.

“Será um momento de acolhimento e respeito às pessoas com deficiência porque são histórias muito lindas, com superação de dificuldades e barreiras; momento onde a Igreja reconhecerá o valor dos direitos dessas pessoas”, completou.

Por Canção Nova, com Arquidiocese do Rio

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